S02 - Avaliação do Programa ECPadISOA (Prática de Calibração de Sonda Superficial Absoluta - Detecção e Medição de Trincas) (7Q)
01. Na
apresentação dos recursos de movimentação da sonda no programa
ECPadISOA espero que tenha ficado claro que é possível movimentar a
sonda pelo padrão de condutividade com diferentes velocidades (passos
por vez). Vamos aproveitar esse recurso para demonstrar a
característica taxa de "aquisição" (coleta) de dados de um aparelho de
correntes parasitas. Mesmos nos velhos aparelhos analógicos e continua
hoje nos modernos digitais o sistema precisa de um tempo "como que
parado" na mesma posição até que o sinal resposta do ensaio seja
coletado, processado e apresentado na tela. Quando não se permite que
esse tempo se complete o ponto em questão não é apresentado e o
resultado/informação da inspeção fica incompleta.

É
por isso que as normas de inspeção estabelecem não só uma velocidade
máxima de varredura da peça inspecionada como ainda exigem que a
velocidade de varredura na peça seja a mesma que a velocidade de
varredura no padrão de calibração.
Usando o programa de computador ECPadISOA simular esse efeito:
-
Fazer uma varredura no padrão com a menor velocidade que o programa
permite. Avançar apenas com a tecla 9 e recuar apenas com a tecla 7.
- Aumentar a velocidade de varredura. Avançar com a tecla 6 ou 8 e recuar com a tecla 4 ou 2.
- Aumentar ainda mais a velocidade de varredura. Avançar apenas com a tecla 3 e recuar apenas com a tecla 1.
Descreva o que você percebeu quanto a influência da velocidade de varredura na resposta do ensaio.
02. Reproduzimos, a seguir, parcialmente, o item 10.2 da norma ABNT 16979:
10.2 Detecção e dimensionamento de descontinuidades superficiais
- 10.2.1
O ajuste é executado pela passagem da sonda sobre as descontinuidades
do padrão de referência estabelecidos no procedimento.
- 10.2.3 A
frequência do ensaio deve ser selecionada de forma a produzir a melhor
separação de fase entre o sinal sonda-peça (lift-off),e os sinais produzidos pelas descontinuidades, além de produzir uma adequada penetração, se necessário.
- 10.2.5
O controle de ganho deve ser ajustado para o sinal da descontinuidade
mais profunda do padrão de calibração ocupe ao menos 50% da altura da
tela.
- 10.2.7 Recomenda-se que os sinais das descontinuidades sejam maximizados e que o lift-off seja minimizado, o que pode ser conseguido com a aplicação de ganhos diferenciados nos eixos.

Com base nessas recomendações qual foram os parâmetros ajustados no programa para o ensaio:
Frequência (kHz) | Fase (graus) | Ganho H (dB) | Ganho V (dB) | Pt.Balanço H (%) | Pt.Balanço V (%) |
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P.S.: Esses parâmetos são obtidos na tela do aparelho no programa e podem ser gravados em arquivo pressionando a tecla "S"
03. Com
os parâmetros definidos na questão 1 quais as componentes (cartesianas
e polares) dos sinais das descontinuidades (entalhes) do padrão de
calibração. Preencher essas componentes na tabela.
| ENTALHE | Amplitude Horizontal (%) | Amplitude Vertical (%) | Amplitude Total (%) | Fase (graus) |
| 0,5 mm prof. |
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| 1,0 mm prof. |
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| 2,0 mm prof. |
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04. A partir dos dados da tabela da questão 4, construir as seguntes curvas de calibração:
- Amplitudes Horizontais X Profundidades dos Entalhes
- Amplitudes Verticais X Profundidades dos Entalhes
- Amplitudes Totais X Profundidades dos Entalhes
- Fases X Profundidades dos Entalhes
05. Embora
tipicamente as normas e os procedimentos empreguem a altura (vertical)
do sinal como parâmetro indicativo da profundidade das
descontinuidades, com base nas curvas contruidas na questão 5, qual
seria a sua recomendação para a curva de calibração para medição das
profundidades das trincas detectadas na inspeção?
06. Formulário de Registro de Resultados - CALIBRAÇÃO

07. Considerando que a Curva de Calibração que apresentou melhor ajuste
foi a da estimativa da profundidade da trinca pela amplitude vertical
do sinal e que o gráfico acima represente o resultado da inspeção da
prática ECChapa para esse parâmetro, complete a tabela REGISTRO
DETALHADO DAS INDICAÇÕES abaixo com a Profundidade Estimada das Trincas
detectadas e o Laudo, considerando que o procedimento reprova todas as
indicações com amplitude maior que a equivalente a do entalhe de 0,5mm
do bloco de referência.

REGISTRO DETALHADO DAS INDICAÇÕES
No. | POSIÇÃO (mm)
|
COMPRIMENTO (mm) | AMPLITUDE VERTICAL (%) | PROFUNDIDADE ESTIMADA (mm) | LAUDO (APROV./REPROV.) | OBSERVAÇÃO
|
X | Y |
1a
| 75
| 40
| 20*
| 30
|
|
| *comprimento total
|
1b
| 80
| 45
| 20*
| 59
|
|
| *comprimento total
|
1c
| 85
| 50
| 20*
| 30
|
|
| *comprimento total
|
2
| 145
| 15
| 10
| 32
|
|
|
|
3
| 160
| 50
| 10
| 28
|
|
|
|
4
| 70
| 110
| 10
| 35
|
|
|
|
5a
| 20 | 145 | 20* | 34 |
|
| *comprimento total
|
5b | 25 | 140 | 20* | 64 |
|
| *comprimento total
|
| 5c | 30 | 135 | 20* | 30 |
|
| *comprimento total
|
| 6 | 95 | 165 | 10 | 34 |
|
|
|
| 7 | 175 | 140 | 10 | 23 |
|
|
|
| 8a | 180 | 140 | 10 | 24 |
|
|
|
| 8b | 180 | 140 | 15 | 50 |
|
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