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EMA - Capítulo 2 - Sumário do Capítulo - Métodos e Indicações - Página 2-077

traduzido do livro: https://ntrs.nasa.gov/citations/19680019308

SUMÁRIO DO CAPÍTULO 2

1 (um)
Os três primeiros métodos de ensaio de corrente parasita que estudamos foram:
  1. Ensaio de impedância
  2. Ensaio de reatância
  3. Ensaio de resposta controlada ("feedback")
2 (dois)
O ensaio de impedância é um método de detecção de descontinuidades em uma amostra. Medindo (e indicando em um medidor) a magnitude das mudanças na impedância na bobina, uma descontinuidade na amostra pode ser detectada. O importante a lembrar é que este método detecta apenas a magnitude das mudanças da impedância da bobina .
3 (três)
De um modo geral, a maioria das descontinuidades, como trincas, orifícios, inclusões, porosidades, amassamentos ​​ou alterações indesejadas, afetarão a impedância da bobina.
4 (quatro)
Um fator muito importante a lembrar é que a indicação no ensaio de resposta da impedância não identificará qual propriedade do corpo de prova causou a alteração da impedância. Pode ser condutividade, dimensão ou permeabilidade.
5 (cinco)
No ensaioe de reatância , monitoramos as mudanças de frequência que ocorrem quando uma descontinuidade na amostra é detectada.
6 (seis)
A reatância da bobina muda quando uma descontinuidade é detectada. Esta mudança de reatância irá alterar a frequência do oscilador na bobina de ensaio.
7 (sete)
Nem o ensaio de resposta da impedância ou ensaio reatância pode distinguir entre ou separar as três variáveis principais (condutividade, permeabilidade, e dimensão).
8 (oito)
The feedback-controlled testing method senses changes in the L/R ratio (inductance/resistance) caused by a heat loss in the coil.
O método de teste controlado por feedback detecta mudanças na relação L / R (indutância / resistência) causadas por uma perda de calor na bobina.
9 (nove)
Os próximos três métodos de ensaio de corrente parasita são:
  1. Ponto vetorial
  2. Elipse
  3. Tempo-base de liuear
10 (dez)
Maior quantidade de informações sobre a descontinuidade podem ser obtidas com o uso de telas, osciloscópios, tubo de raios catódicos como indicador.
11 (onze)
O método do ponto vetorial exibe um ponto de luz no osciloscópio (tubo de raios catódicos).
12 (doze)
A forma e a posição relativa do sinal na tela (tubo de raios catódicos) fornecem informações valiosas sobre a descontinuidade.
13 (treze)
O método do ponto vetorial sempre exibirá um ponto de luz - nunca uma forma de onda.
14 (quatorze)
O ponto do vetor representa duas tensões. Um é aplicado na vertical (V1) e o outro é aplicado na horizontal (V2).
Método do ponto vetorial e suas duas voltagens representativas
15 (quinze)
A variável eonduetividade está a 90 graus das variáveis dimensão e permeabilidade.
16 (dezesseis)
Se a variável condutividade está na linha horizontal, a variável dimensão e permeabilidade está na linha vertical.
17 (dezessete)
As alterações de dimensão e de permeabilidade não podem ser separadas. Porém, com o uso da saturação magnética, a variável permeabilidade pode ser eliminada.
18 (dezoito)
O comutador de fase pode alterar a posição da onda no osciloscópio (tubo de raios catódicos).
19 (dezenove)
No método da elipse temos um sinal CA nas placas de deflexão horizontal e o sinal da bobina nas placas de deflexão vertical.
voltagem senoidal aplicada as placas de deflexão horizontal do método da elipse
20 (vinte)
A exibição no osciloscópio (CRT) (método da elipse) é uma linha inclinada para uma variação de dimensão ou uma elipse para uma variação de condutividade.
21 (vinte e um)
O método da elipse irá separar as variáveis ​​de condutividade, dimensão e permeabilidade.
22 (vinte e dois)
O sinal nas placas de deflexão horizontal do CRT no método de tempo-base linear é um sinal em forma de dente de serra.
excitação aplcada nas placas de deflexão horizontal no método do tempo base linear
23 (vinte e três)
Os controles de BALANÇO no aparelho de tempo-base linear suavizarão ou equilibrarão mais uniformemente os dois sinais vindos das bobinas.
24 (vinte e quatro)
O controle de FASE do aparelho de tempo-base linear mudará o sinal para a esquerda ou direita no CRT.
25 (vinte e cinco)
Com o uso de uma película sobreposta transparente, a forma de onda pode ser rastreada e comparada a sinais de outras amostras.
26 (vinte e seis)
A técnica que emprega o cursor com fenda é um uso específico do método de tempo-base linear e usa o princípio de avaliação da análise de fase.
27 (vinte e sete)
A classificação é outro uso valioso do método de tempo-base linear.
28 (vinte e oito)
Por causa da variação da condutividade entre metais de diferentes ligas, é possível classificá-los com a corrente parasita em um aparelho de tempo-base linear.
29 (vinte e nove)
A análise de modulação é projetada para eliminar o ruído ou parte indesejada da entrada e deixar apenas o sinal mostrando a descontinuidade.
30 (trinta)
A análise de modulação geralmente indica seus resultados em um registrador gráfico.






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