EMA - Capítulo 2 - Métodos e Indicações & Resposta de Impedância
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traduzido do livro: https://ntrs.nasa.gov/citations/19680019308
Existem, atualmente, muitos tipos de aparelhos de ensaio de correntes parasitas em uso. Seu projeto, muitas vezes, varia consideravelmente dos padrões teóricos, mas sempre para um propósito de ensaio específico. Algumas, mas não todas as variações de projeto de aparelhos serão apresentadas neste capítulo.
Como já discutimos anteriormente existem três tipos principais de bobinas
quanto a forma (envolventes, internas e superficiais}, e vamos dar uma
olhada em alguns dos métodos de ensaio e nas diferentes indicações de
ensaio.
Ensaio de resultado da impedância -
No Volume I, você aprendeu que a impedância (a soma da reatância e
da resistência) é a oposição total ao fluxo de corrente em um circuito
CA. Alguns dos aparelhos de ensaio de correntes parasitas são projetados de tal forma (em seus circuitos elétricos) que indicam a magnitude/amplitude/intensidade das mudanças de impedância no circuito. Em outras palavras, ele detecta variações na magnitude da impedância do circuito. Essas variações de magnitude são, obviamente, causadas por alterações no corpo de prova sendo avaliado. Qualquer
mudança na condutividade elétrica, permeabilidade magnética ou dimensão da
amostra afetará as mudanças na impedância da bobina de ensaioe. A
magnitude dessas mudanças é então detectada e exibida em um medidor de
ensaio ou mostrador (tela, antigamente osciloscópio-tubo de raios
catódicos, com sigla em inglês "CRT"). De
um modo geral, a maioria das descontinuidades, como trincas,
orifícios, inclusões, porosidades, amassamentos ou alterações de dimensão
indesejadas, alteram a impedância da bobina de ensaio .
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